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No próximo dia 25 de Maio os portugueses são chamados a eleger os seus representantes no Parlamento Europeu. É isto que está em causa, apesar de haver quem queira fazer destas eleições aquilo que elas não são.

Estas eleições não são para julgar os governos nacionais (os atuais, passados ou futuros…), pois se assim fosse os eleitores certamente penalizariam mais o PS pelo estado em que deixou o país do que a maioria PSD/CDS pelo caminho duro que tem seguido para o salvar.

Aliás, o próprio Primeiro-~ministro já disse que, independentemente do resultado, não irá afectar (positiva ou negativamente) o processo reformista que está em curso e que será apenas avaliado de forma democrática em Outubro de 2015.

Então o que está em jogo no próximo dia 25? Para mim será a visão do que desejamos seja o papel de Portugal na União Europeia, o processo de reforma institucional que continua a desenvolver-se, mas também quais devem ser os protagonistas para defender os nossos interesses nacionais.

Do lado da Aliança Portugal (PSD/CDS) temos personalidades com percurso conhecido, com competência inquestionável e que no seio da União Europeia têm provas dadas para manter capacidade de influenciar as decisões e representar de forma superior o nosso país. E esse tem que ser o nosso objetivo, pois o que está em causa é defender o que a Europa pode fazer por nós.

Aliás, essa é a questão principal. Quando muitos dizem que a Europa foi um problema ou a causa deles, eu diria que a União Europeia foi mesmo uma solução para a sua resolução.

Em Almada podemos ver muitas obras que tiveram na UE apoio concreto, objetivo, claro e inquestionável. Se começarmos a estar mais atentos quando entramos em edifícios públicos, sociais, desportivos, educativos, entre outros, veremos que a Europa foi realmente parte da solução”.

 

Seria tempo de colocarmos a mão na consciência e vermos quantas infra-estruturas que temos usado ao longo dos anos que não existiriam sem o apoio que recebemos da Europa. Das estradas aos hospitais, dos ninhos de empresas aos centros sociais, das empresas aos transportes, muito do que temos tido de Investimento tiveram participação e apoio da União Europeia, que tem sido um parceiro e solução para o volume de investimentos que foram necessários para o desenvolvimento que o país teve.

Em Almada também podemos ver muitas obras que tiveram na UE apoio concreto, objetivo, claro e inquestionável. Se começarmos a estar mais atentos quando entramos em edifícios públicos, sociais, desportivos, educativos, entre outros, veremos que a Europa foi realmente parte da solução.

E em 2011 a União Europeia foi mais uma vez solução. Depois de um governo irresponsável liderado por José Sócrates, estávamos em situação de quase bancarrota, sem que os cofres públicos tivessem dinheiro para continuar a pagar salários e pensões, em tempo recorde, as instituições europeias uniram esforços e vieram em nosso socorro.

Por isso quero reafirmar: A Europa não foi problema, tem sido a Solução! Nas obras que apoiou, em Almada, em Portugal, mas também na solidariedade que manifestou em situações de emergência que passámos.

Por isso o fundamental que deve estar na nossa mente é valorizar esta realidade. Votar no dia 25 de Maio é dar importância a este dado objetivo. Votar no dia 25 de Maio é dizer que reconhecemos isso mesmo e que desejamos eleger os melhores portugueses que podem trabalhar mais e melhor no Parlamento Europeu.

A Europa precisa de continuar a sua Aliança com Portugal- uma parceria de muito apoio, de muita amizade, de fundamental solidariedade.

 

Nuno Matias Deputado à Assembleia da República e Deputado Municipal do PSD

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