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Urgências

BE exige hospital no Seixal e mais cuidados de saúde

8 Janeiro, 2015 • Redação • Destaque, Política

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O Bloco de Esquerda defende que parte da solução para travar a sobrelotação nas urgências hospitalares no distrito de Setúbal passa pela “construção do Hospital no Seixal e o alargamento dos cuidados de saúde” na região.

“O distrito de Setúbal é um dos que tem mais utentes sem acesso a médico de família. Como consequência, as urgências hospitalares demonstram as deficiências dos cuidados de serviços primários”, refere a estrutura distrital do Bloco ao mesmo tempo que protesta contra a “redução drástica” dos horários e dias de atendimento dos Centros de Saúde e das Unidades de Saúde familiar.

Com esta gestão dos meios de saúde o Hospital Garcia de Orta, em Almada, fica “sobrelotado e não consegue dar resposta a todas as necessidades”. Situação transversal a várias unidades hospitalares do país com as urgências a atingirem o ponto de rotura”, como se verificou na passada semana.

Refere o Bloco que no último ano o país “perdeu mais de 400 camas hospitalares” enquanto “nos últimos cinco anos aposentaram-se 1400 médicos de família”. Perante este quadro, concorda com o diagnóstico “arrasador” do Bastonário da Ordem dos Médicos, que considera  que “o caos que se vive é consequência inevitável das medidas tomadas por este governo por razões economicistas, porque a saúde está a ser gerida como uma repartição de finanças”.

No caso do distrito de Setúbal, “um dos maiores exemplos da irresponsabilidade perante a saúde da população é a falta de cumprimento de promessas que sucessivos governos foram fazendo sobre a construção do hospital no concelho do Seixal, fundamental para aliviar o Garcia de Orta e proporcionar às populações do Seixal e de Sesimbra os cuidados de saúde a que têm pleno direito”. Garante o Bloco que não vai desistir de lutar pela “construção das unidades de saúde em Feijó, Corroios, Foros de Amora, Pinhal Novo, Baixa da Banheira, Alto Seixalinho e Aldeia de Paio Pires, assim como a reabertura dos centros de saúde que foram fechados, com destaque para o da Trafaria”.

Do mesmo modo defende o “alargamento dos horários de funcionamento dos atuais centros de saúde, a abertura de mais Serviços de Atendimento Complementar e a contratação de médicos de família”.

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