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O CDS-PP em Almada tem vindo desde sempre a defender uma moderna política e medidas de combate quer ao graffiti quer as restantes manifestações de degradação e sujidade das cidades modernas.

Quer o planeamento quer a edificação de novos e também a reconversão dos velhos espaços urbanos devem obedecer e seguir uma linha em que esses mesmos espaços sejam reconvertidos numa óptica não só estética, mas também de melhoria do uso do espaço público urbano e em segurança.

Um espaço sujo, desordenado, abandonado e esquecido cria insegurança e desinteresse, afastando pessoas e bens, tornando-se na maior parte das vezes subterfúgios propícios a actividades menos lícitas denegrindo a imagem da cidade.

A isto junta-se o já conhecido hábito de graffitar e/ou acto de “tagar” paredes, muros e murais, placas de toponímia, tornando-se pior quando essa mesma destruição do património que é de todos, é feita em escolas, monumentos históricos ou de interesse análogo, chegando ao ponto de nem os semáforos e sinais de trânsito ou mesmos transportes públicos não escaparem a essa nova ideia de arte(!?), que para nós não passa de puro vandalismo, na maior parte das vezes de muito mau gosto

Pior ainda quando os mesmos se inspiraram ou sentem-se legitimados depois de assistirem correntemente a algumas forças políticas que, deliberadamente, usam qualquer espaço público ou mesmo privado, como sua tela para pinturas ou pinchagens de cariz político desrespeitando a lei e o espaço que é de todos e que deve manter-se limpo e em segurança.

O CDS-PP Almada, e porque não se pretende excluir nenhuma manifestação de arte urbana desde que dentro da lei, propõe, ao contrário do que a câmara de Almada definiu, a disponibilização temporária e de forma rotativa pelo concelho de vários placards amovíveis(…)”

No caso dos denominados graffitis, e não questionamos que muitos deles não possam ser considerados verdadeira arte, o CDS-PP Almada não se opõe que não possam ver a sua arte exposta ou divulgada, bem antes pelo contrário. O que questionamos e exigimos, é que a autarquia possa, primeiro que tudo, ceder espaços seguros e convenientes para a exposição dessa arte, que possa ainda fazer com que todos aqueles que infringem as normas e que danificam o espaço público sejam chamados à justiça, e por fim, devem as forças políticas em questão deixar de fomentar e promover esse tipo de manifestação manifestamente injusto em comparação com o comum cidadão que tem e deve cumprir as leis da boa convivência em sociedade.

O CDS-PP Almada, e porque não se pretende excluir nenhuma manifestação de arte urbana desde que dentro da lei, propõe, ao contrário do que a câmara de Almada definiu, a disponibilização temporária e de forma rotativa pelo concelho de vários placards amovíveis definidos para o efeito que possam ser usados pelos artistas do graffiti definindo e diferenciando o que é verdadeiramente arte do que são puras manifestações de vandalismo e sujidade. 

Esta solução já existe em várias cidades e tem-se pautado por um enorme sucesso.

Entendemos que a arte do graffiti pode, inclusivamente, ser usada na exposição e transmissão do conhecimento e da história do concelho através de uma mensagem moderna e mais facilmente apreendida.

A educação, a formação, a consciencialização e sensibilização mais concretamente nas escolas junto dos mais jovens, um planeado e adequado espaço construído tal como um reforço de meios de segurança quer em efectivos policiais de proximidade (Polícia Municipal tem esta competência) quer por exemplo a vídeo-vigilância, tornariam a cidade muito mais acolhedora promovendo a ideia de um espaço para uso de todos.

Pretendemos uma Almada segura e com qualidade de vida.

 

António Pedro Maco
Deputado Municipal e Presidente do CDS-PP Almada

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