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Urgência HGO

HGO diz que espera não causou morte de sexagenário

17 Janeiro, 2015 • Redação • Destaque, Sociedade

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O falecimento de um sexagenário nas urgências do Hospital Garcia de Orta no dia 11 de janeiro, não teve relação com o tempo de espera neste serviço, concluiu o inquérito aberto por esta unidade.

“O  tempo de espera não influenciou o desfecho final, nem influenciaria mesmo que,  em vez de ter esperado 3 horas, tivesse esperado apenas 1 hora, de acordo com as recomendações da Triagem de Manchester”, refere comunicado do concelho de administração.

A administração do Hospital de Almada assegura ainda que o processo de inquérito foi “instaurado de imediato, para esclarecer as circunstâncias em que se verificou a morte e conferir se houve qualquer falha ou erro”. A conclusão foi que “a morte não se poderia ter evitado”.

Garantindo que foram prestados “todos os cuidados que numa situação deste tipo são considerados adequados”, refere-se ainda que “o doente padecia de uma doença grave, com vários dias de evolução e o seu agravamento súbito, pelo carácter fulminante, tornou impossível qualquer procedimento em tempo útil que evitasse a morte”.

O resultado do processo de inquérito foi enviado a todas as instâncias inspetivas e judiciais com competência na matéria, para conhecimento ou eventual investigação, designadamente à Inspeção Geral de Saúde, à Entidade Reguladora da Saúde, ao Ministério Público, à Ordem dos Médicos e à Ordem dos Enfermeiros.

 

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