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Joaquim Judas

Joaquim Judas responsabiliza Governo por mortes nas urgências

21 Janeiro, 2015 • Redação • Destaque, Sociedade

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O presidente da Câmara Municipal de Almada, Joaquim Judas, defende que tem de ser colocado um travão na situação que se está a viver nas urgências hospitalares nas últimas semanas. Para o autarca o Ministério da Saúde e o Governo têm de assumir responsabilidades.

“É chegado o momento do Ministério da Saúde, ao mais alto nível, e do Governo no seu conjunto, assumirem publicamente as suas responsabilidades relativamente à intolerável situação que se verifica”, avança o autarca comunista em nota de imprensa.

Lembrando casos que, ultimamente, têm sido noticiados, Joaquim Judas, afirma estar preocupado com o “elevado e inusitado número de falecimentos de cidadãos ocorridos nos serviços de urgência em diversos hospitais do País, em situações de espera que se prolongam muitas horas para além do período de tempo aceitável para serviços daquela natureza”.

Estes casos são vistos pelo autarca como “incompreensíveis” e revelam uma “profunda desumanização que, neste momento, afeta de forma dramática o desempenho dos serviços de prestação de cuidados de saúde às populações”. Note-se que, a nível nacional, neste inverno já faleceram sete pessoas em urgências hospitalares.

Na mesma nota informativa, Joaquim Judas lembra que no Hospital Garcia de Orta, há a lamentar, na última semana, a morte de um cidadão com cerca de 60 anos e de uma cidadã com 89 anos de idade.

Entretanto, no caso do falecimento de sexagenário, a 11 de janeiro, a administração do Hospital de Almada divulgou que mandou abrir um processo de inquérito onde se concluiu que “o  tempo de espera não influenciou o desfecho final, nem influenciaria mesmo que,  em vez de ter esperado 3 horas, tivesse esperado apenas 1 hora, de acordo com as recomendações da Triagem de Manchester”.

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