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Joaquim Judas teme pelo início da época balnear

29 Abril, 2014 • Redação • Destaque, Sociedade

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O presidente da Câmara de Almada tem dúvidas que a época balnear na Costa da Caparica abra ainda durante o mês de junho. Joaquim Judas refere que o Ministério das Finanças demorou dois meses para autorizar o ministro do Ambiente a dispor de 5,1 milhões de euros para o enchimento artificial de areias na zona de praias urbanas, e com isto colocou em causa os prazos prometidos por Jorge Moreira da Silva.

A 26 de fevereiro, em visita à Costa da Caparica, o titular da pasta do Ambiente afirmava que a alimentação artificial das praias da Costa da Caparica e de São João, com um milhão de metros cúbicos de areia, representava um investimento de “sete milhões de euros”, e prometia que o mesmo tinha de ser “concretizado atempo do verão”.

Passado todo este tempo, o presidente da Câmara de Almada interroga-se sobre como irá o Governo ultrapassar a burocracia que uma obra desta envergadura obriga, quando precisou de 60 dias para tomar uma decisão sobre a verba para a mesma.

Bem claro para Joaquim Judas está o efeito negativo que esta demora implica para a época balnear na Costa da Caparica. “Poderá representar prejuízos muito elevados para muitos milhares de cidadãos pelos impactos na atividade económica que o arrastamento da situação necessariamente implica”.   

Apesar das questões levantadas pelo edil de Almada, a Agência Portuguesa do Ambiente referiu ao jornal i, “que o concurso será lançado muito brevemente”, e aponta para o “início de Maio”. Porém, não avança uma data e diz apenas que “estão a ser feitas todas as diligências para imprimir ao processo a maior urgência”. Mas ressalva que o procedimento a ser lançado “é o do concurso público urgente”.

Seja como for, o presidente da Câmara de Almada não desarma e “insiste em que seja efetivamente cumprido o compromisso público assumido pelo Ministro do Ambiente”. E reafirma que a “necessária intervenção de enchimento artificial de areias nas praias da Costa da Caparica tem de ser concluída de forma a garantir o normal desenvolvimento das atividades da época balnear que se aproxima”.

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