MENU
Nuno-Crato-ministro-da-Educação

JS de Setúbal quer Crato fora do Ministério da Educação

23 Outubro, 2014 • Redação • Destaque, Política

Share Button

A Juventude Socialista (JS) da Federação de Setúbal responsabiliza o ministro da Educação pelo arranque “caótico” deste ano letivo em que “passado cerca de um mês, milhares de alunos em todo o país ainda não tenham docentes afetos a todas as disciplinas e as aulas não decorram num clima de inteira normalidade”.

A solução, afirma a JS, é a “substituição o mais rapidamente possível” de Nuno Crato, a quem apontam “incompetência política”. E reforçam a responsabilidade do ministro por ter “adensado o problema” ao “levar várias semanas a reconhecer publicamente o erro cometido, desprezando professores, alunos e as suas famílias, deixando à deriva a escola pública”.

A JS relembra que Nuno Crato chegou ao Governo com a promessa de revolucionar o funcionamento do Ministério da Educação, mas tornou-se protagonista de “um dos piores começos de ano letivo de que há memória”.

E nem mesmo o pedido de desculpas do ministro na Assembleia República, que colocou a origem do problema deste processo em causas técnicas, sossega a JS de Setúbal. “A solução adotada pelo ministro Crato não mais do que continuou os erros e incoerências de todo o processo: ordem de despedimento de vários dos docentes contratados, muitos já a lecionar, não sem antes passar o ónus de término deste vínculo laboral do ministério para os diretores de escola.

Acrescenta a estrutura Distrital da JS, em comunicado, que “o Ministro da Educação, Nuno Crato e o Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho, comportam-se de maneira verdadeiramente incompreensível: o chefe do governo insiste em manter a confiança no Ministro, parecendo não compreender a gravidade do que tem sucedido e Nuno Crato, que construiu para si uma imagem de rigor e de autoridade moral, dispensando-se do nível de exigência que deseja impor aos outros, basta-se com um pedido de desculpas na Assembleia da República e com explicações inconsistentes e promessas de que os professores e alunos não sairiam prejudicados de toda esta situação”.

 

Foto:DR

Artigos Relacionados

Deixe uma resposta

« »