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O Farol da história de Cacilhas

6 Março, 2014 • Redação • Lazer

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Reconhecido como um ícone de Almada, o Farol de Cacilhas faz parte do núcleo museológico naval em construção junto ao Tejo. Esta peça da história local, em conjunto com a Fragata D. Fernando II e Glória e, brevemente, com o submarino Barracuda, é um dos pontos de atração turística do concelho.

Inaugurado a 15 de janeiro de 1886, o Farol foi desativado a 18 de maio de 1978 para dar lugar à construção do novo terminal de passageiros da Transtejo e também porque se tornou menos útil com a diminuição do número de barcos que ancoravam no Mar da Palha.

Em 1983 foi deslocado para os Açores, o que desagradou a muitos almadenses que o consideravam um símbolo local. Três anos depois substituía o Farol da Ponta da Serrata, na Ilha Terceira, que foi parcialmente destruído com um sismo. Em junho de 2004 foi novamente desativado, e os almadenses exigiram o seu regresso a Cacilhas.

Através de um protocolo entre a Câmara de Almada e a Marinha Portuguese, e depois de ter sido restaurado, a 18 de Julho de 2009, foi recolocado em Cacilhas, embora não exatamente no local de origem, nem com a mesma cor: saiu verde e regressou vermelho. Um facto que gerou vários comentários populares, mas também há quem defenda que quando foi inaugurado era vermelho.

Sem função na orientação da navegação, o Farol tem carácter de monumento. Constituído por uma torre cilíndrica com 12 metros de altura, tem 1,27 metros de diâmetro. Construído em ferro fundido, tem lanterna e varandim. O seu último faroleiro foi Edgar Casaca, entre 1968 e 1978.

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