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Ourivesaria em Almada alvo de buscas pela PJ

31 Março, 2014 • Redação • Destaque, Sociedade

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Uma ourivesaria em Almada foi alvo de buscas por parte da Polícia Judiciária (PJ) de Setúbal, no âmbito de uma investigação que culminou com a detenção de sete elementos,  por suspeitas de corrupção e venda ilegal de ouro. A ourivesaria, situada na Rua D. João de Castro, seria propriedade de um dos elementos detidos ligados ao comércio do ouro e que terão lesado o Estado em 12 milhões de euros.

Os sete detidos, entre eles um inspetor da PJ de Setúbal, foram ouvidos pelo juiz de instrução criminal do Tribunal de Almada, que determinou a prisão preventiva de cinco destes elementos, dois empresários do ramo, uma sócia desses empresários e a mulher de um outro, bem como do próprio inspetor, detido na semana passada por alegadamente passar informações aos empresários envolvidos no caso. Os restantes dois arguidos deste caso, uma mulher e um homem, ficaram sujeitos à medida de coação de apresentações periódicas às autoridades.

O inspetor da PJ detido, acusado de corrupção, associação criminosa e branqueamento de capitais, teria “como função informar a rede criminosa das ações das autoridades, mas também assegurava que os transportes de dinheiro resultante dos crimes eram feitos de forma segura, para além de garantir que as casas-fortalezas permaneciam seguras”, segundo notícia publicada, dia 28 de março, no Jornal de Notícias.

Além das detenções efetuadas na semana passada nos distritos de Lisboa e Setúbal, a PJ apreendeu 70 quilogramas em ouro e 170 em prata, e ainda cerca de um milhão de euros, várias dezenas de diamantes, cinco automóveis, uma embarcação e duas motos. De acordo com a Lusa, a investigação envolveu 60 investigadores, seis peritos informáticos da PJ e nove da Autoridade Tributária, e exigiu mais de 20 buscas, a domicílios, escritórios de contabilidade e a cofres privados de instituições bancárias.

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