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Paulo Rangel Almada

Paulo Rangel chama despesista à lista do PS às Europeias

11 Abril, 2014 • Redação • Destaque, Política

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Paulo Rangel acusa a lista de candidatos do PS de ser composta por “rostos do despesismo” associados aos governos socialistas de António Guterres e José Sócrates. São aqueles que “defenderam com arrogância as políticas que nos levaram à bancarrota”.

O cabeça de lista da coligação PSD/CDS-PP às eleições europeias, falava durante um encontro em Almada promovido pela estrutura local social-democrata, e não perdeu oportunidade para afirmar que o processo de bancarrota do país começou em 2009 quando o governo de José Sócrates, “em vez de por travão à despesa para evitar a bancarrota, continuou alegremente a gastar”. E foi este caminho que levou Portugal “a um ponto em que no espaço de três meses não haveria dinheiro para pagar salários”.

Esta situação levou a que o governo PS tivesse que pedir ajuda externa, refere Paulo Rangel. E quando o governo PSD / CDS formaram governo, “tiveram que aplicar medidas duríssimas que levaram a um crescimento do desemprego, cortes nos salários da função pública, nas pensões, levando também a um aumento da imigração. Toda a gente no país sofreu”.

O desemprego está sistematicamente a baixar. As taxas de juro a atingirem mínimos históricos. Portugal e os portugueses fizeram sacrifícios enormes, mas o país está a recuperar”.

Contudo, infere, esse cenário tem vindo a ser alterado de dia para dia. “Portugal está em crescimento. No último trimestre de 2013 fomos o país que mais cresceu na zona euro”. Portanto, “não é uma trajetória tão tímida como alguns querem fazer crer”.

“O desemprego está sistematicamente a baixar. As taxas de juro a atingirem mínimos históricos. Portugal e os portugueses fizeram sacrifícios enormes, mas o país está a recuperar”.

Para o líder da coligação “Aliança Portugal”, o país conquistou credibilidade a nível europeu” porque o atual governo cumpriu com as suas obrigações”. Assim sendo, “se estamos preocupados com o nosso futuro, não podemos regressar ao passado”.

Ao que interroga: “É agora, que vamos desperdiçar aquilo que fomos capazes de fazer nestes três anos? Agora que o pior já passou, vamos desbaratar tudo isto e voltar outra vez ao despesismo? Voltar a 2011?”.

Durante este encontro o presidente da Distrital de Setúbal do PSD e deputado, Bruno Vitorino, manifestou preocupação com a elevada taxa de abstenção que possa verificar-se neste ato eleitoral, o que “poderá impulsionar o perigo de partidos ligados à extrema-esquerda e extrema-direita aumentarem o seu peso na Europa”.

Por sua vez Nuno Matias, deputado e presidente do PSD Almada, defendeu a importância das eleições para aquilo que é “a ambição do país e da União Europeia”, salientando “o apoio que Portugal recebe há muitos anos do projeto europeu”.

Foto: DR

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